![]() Sobre o autor da pústula: Um peçonhento e frustrado Delegado de Polícia, Agente do SNI, Escola Superior de Guerra e Bacharel em Direito, que reconquistou nos púlpitos da Igreja Adventista (com o apoio da Administração) toda a importância e notoriedade que perdeu na sua carreira policial. |
Eu não
tenho o menor interesse em mostrar uma "pústula" e continuar
com uma arenga que durou mais de 20 anos ! Ocorre que o panfleto de 104 páginas, distribuido às centenas nas portas das igrejas da Associação Rio de Janeiro, ainda está sendo usado por pastores que pretendem salvar com ele, Ellen White e a IASD. O Autor se apresenta como um indefeso delegado de polícia, "vítima de um louco ! " (difícil de convencer) É constrangedor encontrar no panfleto, cartas textualmente reproduzidas que enviei à pastores da administração Adventista, supondo que jamais seriam fornecidas à terceiros para serem publicadas. (a lei brasileira consagra e obriga o sigilo do padre e do pastor) Apenas como ilustração, relato um incidente que aconteceu num encontro com o Dr. Onofre na rua da Alfândega no Rio de Janeiro, em 2 minutos de conversa. (O Dr. Onofre na ocasião era o Chefe da Assessoria de Inspeção Geral da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, onde houve a Sindicância Administrativa que terminou no Processo Administrativo do Estado do Rio de Janeiro) (só o Estado pode processar um delegado para fins de afastamento) |
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De uma forma muito polida e educada, o Dr.Onofre reclamava que eu o
havia posto como Testemunha num Processo que corria na 5a
Vara Federal, contra o Autor do Panfleto. (o tesoureiro havia sido
Denunciado pelo Procurador da República Dr.Pedro Rota, por Estelionato, Violação e Publicação de Correspondência.---
especificamente pelas cartas publicadas nas 2 edições do panfleto do
tesoureiro.
Art. 171 e 151 do ódigo Penal Brasileiro) O Dr.Onofre disse: "Sr. Ennis, o meu papel no caso já terminou !" Ennis disse ao Dr. Onofre: - Desculpe, mas coloca-lo como Testemunha foi uma iniciativa do meu advogado. Reconheço que tive que fazer muito barulho e entrei com inúmeras queixas e petições em tudo quanto foi lugar, em que podia reclamar, porque as portas estavam todas fechadas. Resposta do Dr. Onofre, concordando com o que Ennis dizia: " É verdade, ... mas também se não tivesse feito assim, o senhor hoje não estaria aqui ! " Os planos do tesoureiro para matar Ennis Meier iam muito além das conjecturas, haviam TESTEMUNHAS. A origem da guerra data de 1972 (Não abordaremos aqui a motivação da furia do Tesoureiro contra Ennis Meier, e tratamos exclusivamente do papel desempenhado pela Administração Adventista, dez anos mais tarde) Além de ser Delegado de Polícia, valeu ao tesoureiro, uma carteira de Agente do SNI e Escola Superior de Guerra. (em anos de ditadura militar no Brasil) No início a década dos 70, Ennis Meier era dono de uma empresa de equipamentos de rádio- comunicação no Rio de Janeiro. A empresa fez vendas ao Governo João Goulart, Agência Nacional e Governo Aluízio Alves no Rio Grande do Norte, e etc. sendo que os fatos foram usados para tentar caracterizar Ennis Meier como um "subversivo" Porém, os equipamentos eram homolados no DENTEL (Anatel), vendidos com Nota Fiscal, inaguração com doces e salgadinhos, reportagem no jornal e etc. A investida nessa direção teve resultados muito limitados e Ennis Meier nunca chegou a ter problemas com os orgãos de segurança. Numa única ocasião, o Passaporte não saia nunca no DOPS e Ennis teve que ir à Escola Superior de Guerra cobrar de um coronel que presidiu um inquerito. O coronel prontamente deu um cartão de visitas, e disse: Entregue o meu cartão e diga que me telefone. O Passaporte imediatamente foi entregue, sendo que o agente do Dops se desculpou que não precisava nada daquilo, e bla, bla, bla. Todo abuso de autoridade e arbitrariedades cometidas, terminou num Inquerito Administrativo promovido pelo Estado. O Inquerito foi superado com uma penalidade relativamente suave, não condizente com a gravidade dos crimes praticados pelo tesoureiro. Porém na polícia, a simples abertura de um INQUERITO já representa o fim moral da carreira policial, mesmo que o Estado decida ao contrário. (pelo menos era assim no Estado do Rio de Janeiro, na década dos anos 70) Os pareceres da Assessoria de Inspeção Geral que levaram o tesoureiro ao Inquérito Administrativo, foram verdadeiros e não houve qualquer favoritismo. Do Gabinete do
Secretário de Segurança, com muita bajulação, cafezinho, refrigerantes e
outras mordomias, acabou num distrito de favela em Terezópolis ! (na
gíria policial: "colocado na geladeira") |